3.25.2009

Ansiedade

...em poucas palavras pouco ou nada explicativas.

Não é nada mais do que uma linha cortada em vários locais, revestindo-se de uma incapacidade intermitente de comunicação na plateia interna. É uma luta entre "isto em mim que incontrolável" e um "eu fluído e pacífico". É uma projecção frágil num futuro que nunca chega, numa incerteza abominável.

Não é nada mais do que o latejar de um coração assustado com o desconhecido, com a incapacidade para controlar a própria fluência identitária.

É uma razão descontrolada, à procura de emoções controláveis, pese embora o absurdo da distinção. É um anacronismo existencial.

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